Liebster Award {beda 3}

Terceiro dia de BEDA e sim, continuo na base do meme, mas não desiste de mim. Tomei um susto quando a Carolina me marcou nisso no final de junho e é aquela história de antes tarde do que nunca, né?

O negócio tem as seguintes regras:

– Escrever 11 fatos sobre você;
– Responder às perguntas de quem te indicou;
– Indicar de 11 a 20 blogs com menos de 200 inscritos (spoiler: falhei);
– Fazer 11 perguntas aos blogs indicados;
– Colocar o selo do Liebster Award;
– Linkar quem te indicou: Carolina, do KraheLake.

11 fatos sobre mim

1. Quebrei o braço perto do ombro quando tinha uns 3 anos e tem vídeos ótimos dessa pessoa que vos fala dançando Xuxa com o gesso no braço todo.

2. Durante toda a minha infância, eu quis usar óculos. Não me pergunte o porquê, mas eu fazia minha mãe me levar no oftalmologista várias vezes e fingia não enxergar as letrinhas. Até hoje eu ainda quero usar óculos.

3. Eu já tive luzes no cabelo quando eu tinha uns 7/8 anos, em 2005. Eu definitivamente me achava por ter cabelo pintado.

4. Eu vi Up – Altas Aventuras sozinha no cinema porque tinha marcado de ir com umas amigas e elas me deram um cano, mas só descobri isso quando já estava lá e não quis ligar pra minha mãe me buscar.

5. Sabe aqueles aniversários que os amiguinhos faziam na escola? Pois é. Minha mãe ficou bem inconformada de nunca ter feito um desses pra mim e resolveu fazer no meu último ano. Festa surpresa, é claro, acho que eu jamais teria concordado. Foi bem divertido, no entanto.

6. Eu escrevia fanfics de Jonas Brothers. Eu tinha 12 anos e uma mente muito fértil pra inventar histórias de amor com esses três irmãos. Além de, obviamente, muito tempo livre pra ver Disney Channel.

confesso que sinto saudades

7. Eu não tenho nenhum talento para esportes. Contudo, tenho medalhas de jogos escolares por ter ganhado no time de dodgeball, uma queimada bem mais legal com seis bolas e que era levada à sério onde eu estudava.

8. Eu comecei a faculdade de Direito em uma universidade federal e larguei após um período. Minha mãe não gostou nada disso.

9. Eu já fui expulsa de casa por sair pra ir pra escola no dia, algo que minha mãe não tinha permitido. Calma, teve todo um contexto pra tal ato e eu voltei pra casa no mesmo dia.

10. Eu era muito boa em matemática, química e física e odiava filosofia e história no ensino médio e olha onde estou: num curso de humanas!

11. Eu amava muito Charlie e Lola no Discovery Kids, tenho boneca e sigo a criadora do desenho até hoje.

11 perguntas feitas pela Carol

1. Há alguma informação sobre você da qual as pessoas sempre duvidam e que gera desconfiança (tipo “eu nunca assisti Nemo, nasci com três pulmões, tenho 74 anos em vez de 19 e sou filha bastarda do Jon Bon Jovi”, coisas assim)?
Eu nunca a) tomei soro; b) desmaiei; c) fui internada; d) assisti Rei Leão; e) todas as anteriores. Sim, amigxs, a correta é e de elíptico.
2. Se você fizesse parte de uma equipe seleta fugindo da Terra em estado apocalíptico, e fosse responsável por mostrar aos aliens do planeta que vocês estivessem indo colonizar o que é a literatura (eles desconheceriam tal coisa), quais são os três livros que você levaria na mala?
Um livro cult eu nunca li, 1984, mas que é tão bem falado que os aliens merecem. Vidas Secas, do Graciliano Ramos, que mostra como a vida é cruel nesse planeta. Harry Potter pra dar uma aliviada no clima e mostrar que conseguimos imaginar coisas legais, mesmo com o Temer toda essa loucura que é esse planeta.
3. E se tivesse que mostrar o que é o cinema, quais são os três filmes que levaria?
A trilogia original de Star Wars rs. Acho que levaria na mesma lógica dos livros. O Poderoso Chefão como bem conceituado, A Lista de Schindler porque fala de guerra e Procurando Nemo por motivos de:
se a vida te dá um problema, o que você faz?

4. Se você fosse um unicórnio, de que cor você seria? E de que cor seria sua crina? (Eu sei que é uma pergunta WTF, não precisa incluir isso na sua resposta.)

Eu provavelmente seria toda rosa porque rosa é a melhor cor do mundo sim.

5. Se você pudesse receber na sua casa uma comida de graça diariamente durante um ano inteiro, que comida seria (clichê, eu sei)?
Vários tipos de hambúrguer vegetariano, por favor ❤
6. Você lembra do primeiro comentário feito no seu blog? Sobre o quê/de quem era?
Foi no primeiro post do 12 cores, em janeiro. A Natasha elogiou minhas fotos!!! (fico numa felicidade sem igual quando pessoas fazem isso)
7. A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena?
A vingança é um prato que se come frio.
8. Quais são as tuas três maiores certezas na vida?
Nada é impossível, um dia eu vou morrer e não dá pra ter certeza absoluta em nada.
9. Pode me dizer uma das tuas citações favoritas?
“Vale a pena? Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena. / Quem quer passar além do Bojador / Tem que passar além da dor.” – Mar Português, Fernando Pessoa.
10. Michael Jackson, Freddie Mercury ou Kurt Cobain?
Não tenho maturidade suficiente pra escolher.
11. Se você fosse obrigada a tatuar uma frase na TESTA, o que seria?
Nossa, que pergunta mais difícil. Além de que deve doer horrores, associo tatuagem na testa com alguma merda de fã. No entanto, pesquisei referências no pinterest e existem tatuagens bem legais. Então, se eu fosse obrigada a tatuar a testa, seria algo maori saindo do cabelo, mas não tenho ideia nenhuma pra frase. Sugestões nos comentários.
As minhas 11 perguntas
1. Se você nunca mais precisasse dormir, o que faria com o tempo extra?
2. Quando foi a última vez que você subiu numa árvore?
3. Qual é a coisa que faz seu dia ficar instantaneamente melhor?
4. Qual livro/série/filme você apagaria da sua mente só para poder viver a primeira vez lendo/vendo de novo?
5. Se fosse pra definir sua vida com o título de um filme, qual seria?
6. Qual foi o melhor elogio que você já recebeu?
7. Como você imagina o seu epitáfio?
8. Qual realização boba te fez mais feliz?
9. Qual livro/série/filme/banda/cantor você gosta muito, mas tem vergonha de admitir?
10. Qual é a coisa que seus amigos consideram que seja “tão você”?
11. A questão que nunca vai ter fim nesse país: biscoito ou bolacha?
Pra responder, eu indico a Victória e a Gabius de novo (respondam, moças!). Também indico a Paola, a Lua, a Jully e a Natasha. São blogs lindo e feitos com muito amor, então sugiro que vejam! Esse post já está enorme, então fico por aqui e até amanhã.
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Tag: Com que filme eu vou {beda 2}

Olá humanos, como vocês estão?

Segundo dia e eu já estou enfiando tag/meme/chame-como-preferir aqui. Eu vi essa no blog da Cacá e resolvi responder pra introduzir um assunto que eu nunca falei por aqui: filmes. Fique com as ~minhas indicações.

1. Um filme para assistir sozinho: Into the wild

Estava falando com um amigo meu de como esse filme é lindo/maravilhoso/o filme da minha vida, mas ele levantou o ponto de que é só um filme bonito com uma trilha legal que você precisa se identificar pra gostar. Então, melhor ver só do que com alguém que acabar com o seu amor pelo filme.

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como não ter vontade de largar tudo e ir pro Alasca?????

2. Um filme para assistir quando está chovendo: Hairspray

Esse musical me anima muito, perfeito pra dias que eu quero ficar com preguiça, mas tenho que fazer alguma coisa importante.

3. Um filme para te fazer dormir: Scott Pilgrim contra o mundo

Um filme super legal do Edgar Wright que tá super em alta por causa de Baby Driver e que todo mundo fala que eu tenho que ver. Tentei 2 vezes e dormi. Desculpa, sociedade.

4. Um filme para assistir bêbado: A Origem

Tive altas fritações todas as vezes que vi esse filme e continuo vendo. Imagina ver o mundo se distorcer todo quando minha cabeça já ta toda distorcida? QUERO.

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só imagina

5. Um filme para passar enquanto você está fazendo outra coisa: Meninas malvadas

Se esse filme não passou na sessão da tarde tantas vezes pra ficar como som de fundo, então eu não sei pro que foi.

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sei sim, foi pra render memes eternos

6. Dois filmes para serem assistidos em sequência: (500) Dias com Ela e Questão de Tempo

Não sei vocês, mas toda vez que eu to triste, eu assisto filmes românticos pra ficar mais triste ainda (risos). Esses dois são os meus preferidos e me fazem pensar muito na vida.

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cena mais vida real que já vi

7. Um filme para assistir com o namorado/marido: Expresso do Amanhã

Parece legal, sempre quis assistir e acho que ele vai gostar. Vamos, mozin?

8. Um filme para assistir com os amigos: Superbad

Um besteirol engraçado com piadinhas pesadas é o que todo mundo gosta. Bônus: tem a Emma Stone bem novinha com cara de quem nem imagina que vai ganhar Oscar algum dia.

9. Um filme para assistir com a sua mãe: Perfeita é a mãe 

No ano novo, estávamos todos em casa após o almoço e resolvemos colocar esse filme, mas minha mãe apareceu e quis assistir também. Esse filme fala de problemas comuns que mães têm e rendeu vários “ta vendo, é assim que eu me sinto” por parte da minha mãe. Foi bem divertido.

10. Um filme para assistir com o seu pai: Kill Bill 

Violência na medida certa. Gosto muito.

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bônus: uma mulher dessas ❤

Se você gostou e quer responder essa tag, sinta-se livre pra isso e manda o link que eu vou conferir sua lista. Espero que tenham gostado. Comentem se vocês gostam desse conteúdo e se querem mais tags. Vejo vocês amanhã!

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O que eu andei fazendo? {beda 1}

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O fato é: eu tô sumida desde maio. Não dei as caras aqui e isso é simplesmente feio. Mas, nesse meio tempo, eu…

  1. Achei um novo lugar para tirar fotinhas incríveis;
  2. Li um pouco (talvez muito) de Fernando Pessoa;
  3. Conheci lugares legais na universidade com o tal do boy;
  4. Sentei no chão do museu pra admirar o trilho da iluminação ao invés do quadros;
  5. Fiquei muito tempo abstraindo com essa escultura no mesmo museu;
  6. Tomei café da manhã com os migos no que seria o dia mais triste do ano, mas nem foi por causa deles;
  7. Realizei meu sonho de princesa de postar foto de casal com legenda do Anavitória;
  8. Tirei foto sorrindo (algo bem raro) porque eu entrei oficialmente de férias;
  9. Passei uma noite dando rolê por vários aeroportos pra, no final, minha mala não chegar junto comigo, mas, pelo menos, eu estou em casa agora.

Foi corrido, mas senti saudade de criar. Eu assisto diariamente o Fotografando à Mesa no YouTube e Isabella e Felipe falam com muita frequência sobre como vlogar todo dia é difícil, mas que se eles não se “forçam” a fazer isso, eles acabam procrastinando e não criando nada. Comecei a me identificar com isso e cá estamos. Resolvi aproveitar agosto pra voltar com o BEDA e testar esse negócio de me obrigar a criar. Tenho até um calendário, mas não vamos estabelecer meta, não é mesmo? Se teve uma coisa que esse tempo longe me ensinou é que criar é necessário. Mesmo que eu não saiba exatamente o que eu estou fazendo ou se é relevante ou não, eu estou criando algo.

Espero que me acompanhem nessa loucura e vejo vocês por mais 30 posts. Até amanhã!

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12 cores: Branco

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Cor tradicional do ano novo. Junção de todas as cores. Clareza máxima. #FFFFFF. Do grego leuko. Cor de um tipo de glóbulos. Limpeza. Ordem. Pureza. Calma. Paz.

Pra mim, branco é uma cor de página que eu acho desconfortável de ler. É nuvem alta. É neve. É a roupa que eu não consigo usar sem sujar de sorvete. É o chocolate que eu não gosto. É a cor do consultório do dentista. É a cor que meu all star tinha quando eu comprei. É uma cor que eu estou aprendendo a amar agora que ela me cerca nas paredes e no teto. Branco é a cor do capítulo da minha vida que eu começo a viver agora.

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Branco foi o que aconteceu quando esse post deveria ter ido ao ar dia 15 de março. Moças do projeto, perdão pelo atraso. Espero que vocês tenham gostado das fotos, que vejam os posts com a cor nos outros blogs do projeto e que acompanhem a nossa tag no instagram. A cor de abril é dourado, confesso que quero sugestões. Até o próximo post.

Nega vaidosa | Coisa e tal | Diário da bagunça | Que se ame | Eu crio moda | Ela pensa também| Jully Patricia

Brilho eterno de um pôr do sol com lembranças

Um fato que virou meio que minha marca no meu grupo de amigos é que eu não posso ver alguma coisa bonita que eu já pego o celular pra tirar foto. Reconheço que é assim mesmo, mas bonitezas que aparecem no cotidiano merecem ser eternizadas. Um dos momentos do dia que eu mais gosto de fotografar é o pôr do sol. Amo os tons que pintam o céu nesse horário e, pra ser bem humilde, Porto Velho, onde eu morava, tem sempre as cores mais bonitas. Organizando as fotos, achei alguns que valem a pena serem compartilhados.

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Registrado através da janela do ônibus enquanto ia pra universidade. Provavelmente em junho de 2016.

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Registrado na varanda do apartamento de uma amiga enquanto fazíamos trabalho e paramos pra apreciar a vista (“miga, preciso de uma foto aqui”). Pela Duda ou pela Ana em julho de 2016.

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Pôr do sol sobre o Rio Madeira. Registrado na Praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, carinhosamente chamada de praça do trem por mim, no feriado de Proclamação da República em 2016.

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Registrada apenas a alguns metros de onde foi tirada a foto anterior. Pela minha irmã (“fica exatamente aqui e não mexe nas configurações”) no dia 15 de novembro de 2016, que foi um belo dia de chuva.

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Registrada no único mirante que a gente, que dá vista pra praça e pro rio (“tira logo que eu tô com medo de cair”). Pelo Matheus (modelo de uma foto parecida que ilustra esse post) em alguma quarta de fevereiro, provavelmente dia 15.

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Registrado da casa da minha tia no dia 17 de fevereiro. Da série: por que tu tá tirando foto do céu?

Escrever esse post deu um quentinho no coração ao relacionar as fotos com histórias e uma saudade de casa tão grande. Já quero fazer uma parte 2 goiana! E você, também tem esse vício em fotos de pôr do sol? Curtiu as fotos? Vamos conversar nos comentários! Beijinhos ❤

Isso não é um adeus

Ei menino,

Te dar tchau é dolorido. Mais do que eu imaginava que seria. Até porque você chegou na minha vida recentemente, mas acabou sendo marcante sem revirar minha vida de cabeça pra baixo. Você só foi entrando, acompanhando a vibe dos momentos e eu nem sei quando ou como isso aconteceu direito, mas tá tranquilo. O importante é que aconteceu.

Durante esses meses, você foi virando o melhor parceiro. De comer brownie. De cinema. De ir conversar na praça. De ir fazer comprinhas, né meninas. De dividir sonho. De loucura. Numa cidade onde todo mundo pensava tão igual, conhecer alguém fora do padrão alimentou tudo de diferente que já tinha dentro de mim e fez isso mostrar as caras pro mundo. Obrigada por ajudar a bagunçar e fazer eu perceber que assim ficou mais organizado.

Mas, como dizia a vovó, a vida não é feita só de doce, então nosso momento amargo chegou em um momento muito doce pra cada um. A parte em que o sonho vira realidade chegou, mas nossas realidades acabaram ficando separadas por algumas centenas de quilômetros. Eu tô feliz pra caralho por você, mas não posso negar que vou sentir falta dos seus abraços apertados e de mexer no seu cabelo pouco discreto.

Te dar tchau é dolorido, mas é uma dor boa. Vai embora, vai. Vai com esse teu coração esperançoso espalhar amor por lá. Vai viver sua loucura na famigerada ilha da magia, enquanto eu vou viver a minha no cerrado. Não tem distância que vai separar tudo que a gente planejou fazer. Talvez não tenhamos dinheiro, mas o mundo é pequeno pra força de vontade de quem sonha. Vai e não precisa voltar, só aparecer de vez em quando (ou vim ser meu calouro).

Obrigada por ter aparecido no ano mais complicado da vida, eu te amo bastante.

Let’s go outside

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No início de dezembro eu fui acampar. Mesmo sendo uma coisa que eu estou acostumada a fazer e num lugar que eu já conhecia, tiveram coisas novas. Por exemplo, pela primeira vez, vi a mudança do dia pra noite dentro da mata, sem lanterna porque eu algum gênio esqueceu. Em algum momento enquanto estava lá só com dois amigos e uma lua crescente pra iluminar, me veio na cabeça que eu não estava muito afim de ir inicialmente. Pensei nas minhas justificativas que iam desde “é dezembro, vamos com certeza pegar muita chuva” até “tô com preguiça, prefiro ficar na netflix” e no quanto eu teria perdido ao ficar em casa.

Incrível como desperdiçamos experiências incríveis com desculpas bobas. Existe um mundo enorme esperando pra ser descoberto lá fora e nós só balançamos a cabeça e entramos naquela história do “vamos marcar”. Quantas coisas que já perdi dizendo não por besteira? Se eu tivesse ficado em casa naquele final de semana, teria perdido essas fotos e a oportunidade de ler Percy Jackson na rede com cheirinho de chuva ao fundo. Deixo vocês com um pouco desse sítio maravilhoso e o convite: vamos nos aventurar lá fora?

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