Feeds maravilhosos do Instagram

Eu sou meio viciada em Instagram. Se eu não me policiar, eu perco algumas horas por dia na tal da rede social. Amo seguir pessoas com fotos bonitas e eu amo mais ainda quando a pessoa tem o cuidado de manter um padrão de edição e de feed, então resolvi listar os meus preferidos pra vocês. Bônus: todos são brasileiros e também têm canal no youtube com o mesmo padrão estético.

Um estilo de feed que me agrada muito: sequências de fotos ou triozinho, como eu gosto de chamar. Pra esse estilo, as fotos não precisam ser necessariamente parecidas, mas do mesmo tema ou no mesmo lugar e com a mesma edição. As fotos do Felipe Luz são analógicas (mas se você acompanha o daily vlog dele já sabe disso) e, as vezes, ele mostra no stories a composição de cada uma delas. Já o perfil do Lucas Zomer traz fotos tiradas por ele ou em que ele é fotografado e a edição varia entre fotos coloridas e em preto e branco. Bônus: o Lucas viajou recentemente pra Califórnia, então tanto o instagram quanto o canal do youtube estão recheados de fotos de lá.

Ou feeds em que você consegue sentir a vibe da pessoa. Esses dois são o resumo de como o feed pode sim ser uma expressão da sua personalidade. A Sophia é formada em cinema e tem um estilo de edição bem marcante, mais escuro tanto nas fotos quanto nos vídeos, enquanto o Math tem um feed bem alegre, combinando azul, rosa e amarelo em composições fofas no instagram e no youtube. Quando você olha os stories ou os vídeos, até o jeito de falar combina com a identidade das fotos e isso é muito legal.

Mesmo que você não goste de feeds padronizados, vale a pena seguir esses perfis. Cada um traz um estilo bem particular de ver o mundo e isso é muito inspirador. Espero que vocês tenham curtido minhas indicações variadas e comentem aqui embaixo mais feeds bonitos pra eu conhecer (quem sabe não rola parte 2 desse post?). Sempre estou lá pelo instagram, onde sou @larafnds e não tenho um feed tão padronizado assim. Vejo vocês no próximo vídeo :*

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12 cores: Branco

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Cor tradicional do ano novo. Junção de todas as cores. Clareza máxima. #FFFFFF. Do grego leuko. Cor de um tipo de glóbulos. Limpeza. Ordem. Pureza. Calma. Paz.

Pra mim, branco é uma cor de página que eu acho desconfortável de ler. É nuvem alta. É neve. É a roupa que eu não consigo usar sem sujar de sorvete. É o chocolate que eu não gosto. É a cor do consultório do dentista. É a cor que meu all star tinha quando eu comprei. É uma cor que eu estou aprendendo a amar agora que ela me cerca nas paredes e no teto. Branco é a cor do capítulo da minha vida que eu começo a viver agora.

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Branco foi o que aconteceu quando esse post deveria ter ido ao ar dia 15 de março. Moças do projeto, perdão pelo atraso. Espero que vocês tenham gostado das fotos, que vejam os posts com a cor nos outros blogs do projeto e que acompanhem a nossa tag no instagram. A cor de abril é dourado, confesso que quero sugestões. Até o próximo post.

Nega vaidosa | Coisa e tal | Diário da bagunça | Que se ame | Eu crio moda | Ela pensa também| Jully Patricia

Brilho eterno de um pôr do sol com lembranças

Um fato que virou meio que minha marca no meu grupo de amigos é que eu não posso ver alguma coisa bonita que eu já pego o celular pra tirar foto. Reconheço que é assim mesmo, mas bonitezas que aparecem no cotidiano merecem ser eternizadas. Um dos momentos do dia que eu mais gosto de fotografar é o pôr do sol. Amo os tons que pintam o céu nesse horário e, pra ser bem humilde, Porto Velho, onde eu morava, tem sempre as cores mais bonitas. Organizando as fotos, achei alguns que valem a pena serem compartilhados.

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Registrado através da janela do ônibus enquanto ia pra universidade. Provavelmente em junho de 2016.

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Registrado na varanda do apartamento de uma amiga enquanto fazíamos trabalho e paramos pra apreciar a vista (“miga, preciso de uma foto aqui”). Pela Duda ou pela Ana em julho de 2016.

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Pôr do sol sobre o Rio Madeira. Registrado na Praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, carinhosamente chamada de praça do trem por mim, no feriado de Proclamação da República em 2016.

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Registrada apenas a alguns metros de onde foi tirada a foto anterior. Pela minha irmã (“fica exatamente aqui e não mexe nas configurações”) no dia 15 de novembro de 2016, que foi um belo dia de chuva.

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Registrada no único mirante que a gente, que dá vista pra praça e pro rio (“tira logo que eu tô com medo de cair”). Pelo Matheus (modelo de uma foto parecida que ilustra esse post) em alguma quarta de fevereiro, provavelmente dia 15.

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Registrado da casa da minha tia no dia 17 de fevereiro. Da série: por que tu tá tirando foto do céu?

Escrever esse post deu um quentinho no coração ao relacionar as fotos com histórias e uma saudade de casa tão grande. Já quero fazer uma parte 2 goiana! E você, também tem esse vício em fotos de pôr do sol? Curtiu as fotos? Vamos conversar nos comentários! Beijinhos ❤

Let’s go outside

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No início de dezembro eu fui acampar. Mesmo sendo uma coisa que eu estou acostumada a fazer e num lugar que eu já conhecia, tiveram coisas novas. Por exemplo, pela primeira vez, vi a mudança do dia pra noite dentro da mata, sem lanterna porque eu algum gênio esqueceu. Em algum momento enquanto estava lá só com dois amigos e uma lua crescente pra iluminar, me veio na cabeça que eu não estava muito afim de ir inicialmente. Pensei nas minhas justificativas que iam desde “é dezembro, vamos com certeza pegar muita chuva” até “tô com preguiça, prefiro ficar na netflix” e no quanto eu teria perdido ao ficar em casa.

Incrível como desperdiçamos experiências incríveis com desculpas bobas. Existe um mundo enorme esperando pra ser descoberto lá fora e nós só balançamos a cabeça e entramos naquela história do “vamos marcar”. Quantas coisas que já perdi dizendo não por besteira? Se eu tivesse ficado em casa naquele final de semana, teria perdido essas fotos e a oportunidade de ler Percy Jackson na rede com cheirinho de chuva ao fundo. Deixo vocês com um pouco desse sítio maravilhoso e o convite: vamos nos aventurar lá fora?

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