A tal da faculdade de jornalismo

Essa sou eu fazendo a fina e ignorando o fato de que eu falhei miseravelmente durante o beda. Afinal, a vida é sobre erguer a cabeça e seguir em frente após cair.

Em um dos primeiros posts do blog, compartilhei a maior mudança que aconteceu até agora na minha vida: passar na faculdade de jornalismo. Eu mudei de Rondônia pra Goiás pra estudar o tal do sonho, então tudo sobre a fantástica universidade federal me deixava extramente encantada. Mas a realidade uma hora bateu na minha porta quando eu peguei o horário de aulas e essas são basicamente as minhas impressões sobre as minhas disciplinas do primeiro período.

faculdade vs. eu

 1. Introdução ao Jornalismo: como falar de uma matéria que eu não tive aula? Tudo que eu fiz pra essa matéria foi visitar a filial da Globo e viajar pra uma cidade histórica e pronto, carga horária cumprida. Conteúdo que é bom: 0. Mas essas coisas introdutórias costumam ser bem chatas, então gostei que foi tudo meio que na prática.

2. Produção de texto jornalístico 1: ou PTJ para os íntimos. Em resumo, só tenho a falar que foi linda, maravilhosa, perfeita e meu deus do céu, que professora crush. A missão do primeiro período foi aprender a escrever notícia e foi uma disciplina que fez a fusão perfeita entre teoria e prática.

3. Língua portuguesa: que foi leitura e produção textual. Não teve aula de gramática e conjugar verbo. Essa disciplina foi basicamente uma introdução aos gêneros acadêmicos e fez eu virar dias e noites escrevendo trabalho. Foi muito bom aprender a escrever artigos com a mão da professora guiando, mas não sei se valeu a pena no sentido geral do curso, já que maioria dos trabalhos não são tão “formais”.

eu fazendo os trabalhos dessa matéria

4. Cidadania e Direitos Humanos: podia ter sido maravilhosa, pena que a professora não seguiu a ementa. Tecnicamente, era pra ter sido estudado a Declaração dos Direitos Humanos, a Constituição de 88 e várias legislações específicas que reforçam essas garantias, como o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Na prática, passamos o período inteiro discutindo sobre mulheres, negros e a comunidade LGBTQ+. Bem triste.

5. Estudos da Imagem: não tava dando nada por essa matéria, mas eu decreto que ela foi a pérola desse período. A aula era na quinta de tarde e o professor passava slide e falava bem calmo, ou seja, tudo pra dar muito sono, mas não foi assim pra mim. Amei estudar história da arte e discutir sobre as transformações que a imagem sofreu e como nossa cultura hoje é mais baseada em imagens do que em textos (vide o crescimento do youtube e a “queda” dos blogs).

6. História do Jornalismo: zZzZzZzZ… Nunca gostei de história, então essa matéria não me atraiu nem um pouco. Foi legal ver como a imprensa surgiu e refletir como relações antigas continuam, mas pegar aquele monte de texto chato e ler jornal antigo não foi comigo. Desculpa, pessoas que gostam de história.

eu na aula

Confesso que esse período foi bem mais ou menos, mas eu não desisti da faculdade e o segundo começa amanhã. Como boa trouxa que sou, estou com as expectativas altíssimas porque vou ter história do cinema, fotografia básica, política brasileira e a continuação de PTJ (que venham as reportagens!). Até pra geopolítica, que me falaram ser decepcionante, eu to empolgada. Não sei o que esperar de produção em áudio e cibercultura e já acho que ética e legislação da comunicação vai me dar altos soninhos, mas juro não dormir na aula e ser uma boa aluna. Ou, pelo menos, juro não dormir tanto e passar em tudo.

Até o próximo post :*

 

Liebster Award {beda 3}

Terceiro dia de BEDA e sim, continuo na base do meme, mas não desiste de mim. Tomei um susto quando a Carolina me marcou nisso no final de junho e é aquela história de antes tarde do que nunca, né?

O negócio tem as seguintes regras:

– Escrever 11 fatos sobre você;
– Responder às perguntas de quem te indicou;
– Indicar de 11 a 20 blogs com menos de 200 inscritos (spoiler: falhei);
– Fazer 11 perguntas aos blogs indicados;
– Colocar o selo do Liebster Award;
– Linkar quem te indicou: Carolina, do KraheLake.

11 fatos sobre mim

1. Quebrei o braço perto do ombro quando tinha uns 3 anos e tem vídeos ótimos dessa pessoa que vos fala dançando Xuxa com o gesso no braço todo.

2. Durante toda a minha infância, eu quis usar óculos. Não me pergunte o porquê, mas eu fazia minha mãe me levar no oftalmologista várias vezes e fingia não enxergar as letrinhas. Até hoje eu ainda quero usar óculos.

3. Eu já tive luzes no cabelo quando eu tinha uns 7/8 anos, em 2005. Eu definitivamente me achava por ter cabelo pintado.

4. Eu vi Up – Altas Aventuras sozinha no cinema porque tinha marcado de ir com umas amigas e elas me deram um cano, mas só descobri isso quando já estava lá e não quis ligar pra minha mãe me buscar.

5. Sabe aqueles aniversários que os amiguinhos faziam na escola? Pois é. Minha mãe ficou bem inconformada de nunca ter feito um desses pra mim e resolveu fazer no meu último ano. Festa surpresa, é claro, acho que eu jamais teria concordado. Foi bem divertido, no entanto.

6. Eu escrevia fanfics de Jonas Brothers. Eu tinha 12 anos e uma mente muito fértil pra inventar histórias de amor com esses três irmãos. Além de, obviamente, muito tempo livre pra ver Disney Channel.

confesso que sinto saudades

7. Eu não tenho nenhum talento para esportes. Contudo, tenho medalhas de jogos escolares por ter ganhado no time de dodgeball, uma queimada bem mais legal com seis bolas e que era levada à sério onde eu estudava.

8. Eu comecei a faculdade de Direito em uma universidade federal e larguei após um período. Minha mãe não gostou nada disso.

9. Eu já fui expulsa de casa por sair pra ir pra escola no dia, algo que minha mãe não tinha permitido. Calma, teve todo um contexto pra tal ato e eu voltei pra casa no mesmo dia.

10. Eu era muito boa em matemática, química e física e odiava filosofia e história no ensino médio e olha onde estou: num curso de humanas!

11. Eu amava muito Charlie e Lola no Discovery Kids, tenho boneca e sigo a criadora do desenho até hoje.

11 perguntas feitas pela Carol

1. Há alguma informação sobre você da qual as pessoas sempre duvidam e que gera desconfiança (tipo “eu nunca assisti Nemo, nasci com três pulmões, tenho 74 anos em vez de 19 e sou filha bastarda do Jon Bon Jovi”, coisas assim)?
Eu nunca a) tomei soro; b) desmaiei; c) fui internada; d) assisti Rei Leão; e) todas as anteriores. Sim, amigxs, a correta é e de elíptico.
2. Se você fizesse parte de uma equipe seleta fugindo da Terra em estado apocalíptico, e fosse responsável por mostrar aos aliens do planeta que vocês estivessem indo colonizar o que é a literatura (eles desconheceriam tal coisa), quais são os três livros que você levaria na mala?
Um livro cult eu nunca li, 1984, mas que é tão bem falado que os aliens merecem. Vidas Secas, do Graciliano Ramos, que mostra como a vida é cruel nesse planeta. Harry Potter pra dar uma aliviada no clima e mostrar que conseguimos imaginar coisas legais, mesmo com o Temer toda essa loucura que é esse planeta.
3. E se tivesse que mostrar o que é o cinema, quais são os três filmes que levaria?
A trilogia original de Star Wars rs. Acho que levaria na mesma lógica dos livros. O Poderoso Chefão como bem conceituado, A Lista de Schindler porque fala de guerra e Procurando Nemo por motivos de:
se a vida te dá um problema, o que você faz?

4. Se você fosse um unicórnio, de que cor você seria? E de que cor seria sua crina? (Eu sei que é uma pergunta WTF, não precisa incluir isso na sua resposta.)

Eu provavelmente seria toda rosa porque rosa é a melhor cor do mundo sim.

5. Se você pudesse receber na sua casa uma comida de graça diariamente durante um ano inteiro, que comida seria (clichê, eu sei)?
Vários tipos de hambúrguer vegetariano, por favor ❤
6. Você lembra do primeiro comentário feito no seu blog? Sobre o quê/de quem era?
Foi no primeiro post do 12 cores, em janeiro. A Natasha elogiou minhas fotos!!! (fico numa felicidade sem igual quando pessoas fazem isso)
7. A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena?
A vingança é um prato que se come frio.
8. Quais são as tuas três maiores certezas na vida?
Nada é impossível, um dia eu vou morrer e não dá pra ter certeza absoluta em nada.
9. Pode me dizer uma das tuas citações favoritas?
“Vale a pena? Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena. / Quem quer passar além do Bojador / Tem que passar além da dor.” – Mar Português, Fernando Pessoa.
10. Michael Jackson, Freddie Mercury ou Kurt Cobain?
Não tenho maturidade suficiente pra escolher.
11. Se você fosse obrigada a tatuar uma frase na TESTA, o que seria?
Nossa, que pergunta mais difícil. Além de que deve doer horrores, associo tatuagem na testa com alguma merda de fã. No entanto, pesquisei referências no pinterest e existem tatuagens bem legais. Então, se eu fosse obrigada a tatuar a testa, seria algo maori saindo do cabelo, mas não tenho ideia nenhuma pra frase. Sugestões nos comentários.
As minhas 11 perguntas
1. Se você nunca mais precisasse dormir, o que faria com o tempo extra?
2. Quando foi a última vez que você subiu numa árvore?
3. Qual é a coisa que faz seu dia ficar instantaneamente melhor?
4. Qual livro/série/filme você apagaria da sua mente só para poder viver a primeira vez lendo/vendo de novo?
5. Se fosse pra definir sua vida com o título de um filme, qual seria?
6. Qual foi o melhor elogio que você já recebeu?
7. Como você imagina o seu epitáfio?
8. Qual realização boba te fez mais feliz?
9. Qual livro/série/filme/banda/cantor você gosta muito, mas tem vergonha de admitir?
10. Qual é a coisa que seus amigos consideram que seja “tão você”?
11. A questão que nunca vai ter fim nesse país: biscoito ou bolacha?
Pra responder, eu indico a Victória e a Gabius de novo (respondam, moças!). Também indico a Paola, a Lua, a Jully e a Natasha. São blogs lindo e feitos com muito amor, então sugiro que vejam! Esse post já está enorme, então fico por aqui e até amanhã.
beda banner

Tag: Com que filme eu vou {beda 2}

Olá humanos, como vocês estão?

Segundo dia e eu já estou enfiando tag/meme/chame-como-preferir aqui. Eu vi essa no blog da Cacá e resolvi responder pra introduzir um assunto que eu nunca falei por aqui: filmes. Fique com as ~minhas indicações.

1. Um filme para assistir sozinho: Into the wild

Estava falando com um amigo meu de como esse filme é lindo/maravilhoso/o filme da minha vida, mas ele levantou o ponto de que é só um filme bonito com uma trilha legal que você precisa se identificar pra gostar. Então, melhor ver só do que com alguém que acabar com o seu amor pelo filme.

giphy
como não ter vontade de largar tudo e ir pro Alasca?????

2. Um filme para assistir quando está chovendo: Hairspray

Esse musical me anima muito, perfeito pra dias que eu quero ficar com preguiça, mas tenho que fazer alguma coisa importante.

3. Um filme para te fazer dormir: Scott Pilgrim contra o mundo

Um filme super legal do Edgar Wright que tá super em alta por causa de Baby Driver e que todo mundo fala que eu tenho que ver. Tentei 2 vezes e dormi. Desculpa, sociedade.

4. Um filme para assistir bêbado: A Origem

Tive altas fritações todas as vezes que vi esse filme e continuo vendo. Imagina ver o mundo se distorcer todo quando minha cabeça já ta toda distorcida? QUERO.

giphy1
só imagina

5. Um filme para passar enquanto você está fazendo outra coisa: Meninas malvadas

Se esse filme não passou na sessão da tarde tantas vezes pra ficar como som de fundo, então eu não sei pro que foi.

giphy2
sei sim, foi pra render memes eternos

6. Dois filmes para serem assistidos em sequência: (500) Dias com Ela e Questão de Tempo

Não sei vocês, mas toda vez que eu to triste, eu assisto filmes românticos pra ficar mais triste ainda (risos). Esses dois são os meus preferidos e me fazem pensar muito na vida.

giphy6
cena mais vida real que já vi

7. Um filme para assistir com o namorado/marido: Expresso do Amanhã

Parece legal, sempre quis assistir e acho que ele vai gostar. Vamos, mozin?

8. Um filme para assistir com os amigos: Superbad

Um besteirol engraçado com piadinhas pesadas é o que todo mundo gosta. Bônus: tem a Emma Stone bem novinha com cara de quem nem imagina que vai ganhar Oscar algum dia.

9. Um filme para assistir com a sua mãe: Perfeita é a mãe 

No ano novo, estávamos todos em casa após o almoço e resolvemos colocar esse filme, mas minha mãe apareceu e quis assistir também. Esse filme fala de problemas comuns que mães têm e rendeu vários “ta vendo, é assim que eu me sinto” por parte da minha mãe. Foi bem divertido.

10. Um filme para assistir com o seu pai: Kill Bill 

Violência na medida certa. Gosto muito.

giphy7
bônus: uma mulher dessas ❤

Se você gostou e quer responder essa tag, sinta-se livre pra isso e manda o link que eu vou conferir sua lista. Espero que tenham gostado. Comentem se vocês gostam desse conteúdo e se querem mais tags. Vejo vocês amanhã!

beda banner

O que eu andei fazendo? {beda 1}

beda1

O fato é: eu tô sumida desde maio. Não dei as caras aqui e isso é simplesmente feio. Mas, nesse meio tempo, eu…

  1. Achei um novo lugar para tirar fotinhas incríveis;
  2. Li um pouco (talvez muito) de Fernando Pessoa;
  3. Conheci lugares legais na universidade com o tal do boy;
  4. Sentei no chão do museu pra admirar o trilho da iluminação ao invés do quadros;
  5. Fiquei muito tempo abstraindo com essa escultura no mesmo museu;
  6. Tomei café da manhã com os migos no que seria o dia mais triste do ano, mas nem foi por causa deles;
  7. Realizei meu sonho de princesa de postar foto de casal com legenda do Anavitória;
  8. Tirei foto sorrindo (algo bem raro) porque eu entrei oficialmente de férias;
  9. Passei uma noite dando rolê por vários aeroportos pra, no final, minha mala não chegar junto comigo, mas, pelo menos, eu estou em casa agora.

Foi corrido, mas senti saudade de criar. Eu assisto diariamente o Fotografando à Mesa no YouTube e Isabella e Felipe falam com muita frequência sobre como vlogar todo dia é difícil, mas que se eles não se “forçam” a fazer isso, eles acabam procrastinando e não criando nada. Comecei a me identificar com isso e cá estamos. Resolvi aproveitar agosto pra voltar com o BEDA e testar esse negócio de me obrigar a criar. Tenho até um calendário, mas não vamos estabelecer meta, não é mesmo? Se teve uma coisa que esse tempo longe me ensinou é que criar é necessário. Mesmo que eu não saiba exatamente o que eu estou fazendo ou se é relevante ou não, eu estou criando algo.

Espero que me acompanhem nessa loucura e vejo vocês por mais 30 posts. Até amanhã!

beda banner

Abril/2017

IMG_20170503_182943-1

Abril foi um mês de agenda cheia.  Trabalho, prova, aula pra “soltar o corpo”, oficina de voz… Quase todos os dias tinha pelo menos uma coisinha pra fazer. O mês começou uma ida recheada de fotos pro Museu da Imprensa Nacional (algumas até apareceram no 12 cores), em Brasília. Também teve uma visita técnica ao Ateliê de Tipografia da universidade e foi mágico ver como um processo tão artesanal continua vivo.
O ápice dos rolês por conta da universidade foi na semana santa: três dias na cidade de Goiás, a antiga capital do estado, pra assistirmos a procissão do Fogaréu. Teve diálogo sobre reforma agrária com os jovens do MST, transmissão de rádio no improviso, banho de rio de roupa na chuva e muitas verdades e consequências. Descobri coisas sobre mim, um amigo me abriu os olhos pra outras coisas e corri atrás de entrevista no melhor estilo do meme da senhora. Foi épico e deu gosto pelo curso.
Depois da viagem, a vida real chegou derrubando as portas e a loucura da faculdade tomou conta de novo. Fiquei revoltada com as reformas do governo e insone com os trabalhos. O dinheiro acabou antes da hora e meu notebook estragou. Todos os questionamentos do tipo “o quê que eu to fazendo com a minha vida” me atingiram de uma vez. A Greve Geral veio e levantou mais questões sobre a imprensa que eu tanto estudo. Pra coroar as coisas tristes, conheci Belchior nesse momento triste pra arte.
Mas não abril não foi feito só de viagens e coisas negativas, também aconteceram várias coisas boas. Dancei loucamente numa escola agrícola no meio do nada. Criei laços de amizade maravilhosos. Pulei de cabeça na paixão e agora fico sorrindo igual uma boba. Finalmente passei a me sentir em casa aqui.
Abril foi tão intenso que eu precisei de café todos os dias. Abril acelerou meu coração várias vezes com adrenalina. Abril fez lágrimas de tristezas rolarem. Abril me deu vários ataques de risos. Abril fez eu me sentir viva.

Abril foi o mês de virar a louca do feed do instagram e todas as fotos do post vieram de lá. Esse mês rendeu tanto que vou ficar postando foto por um bom tempo ainda. Comentem aqui embaixo como foi abril pra vocês e apareçam no twitter (voltei esse mês pra lá como @missrondonia) ou no instagram (@laraestevs, to sempre no stories). Beijinhos e bom maio pra nós 🙂

12 cores: Branco

branco2

Cor tradicional do ano novo. Junção de todas as cores. Clareza máxima. #FFFFFF. Do grego leuko. Cor de um tipo de glóbulos. Limpeza. Ordem. Pureza. Calma. Paz.

Pra mim, branco é uma cor de página que eu acho desconfortável de ler. É nuvem alta. É neve. É a roupa que eu não consigo usar sem sujar de sorvete. É o chocolate que eu não gosto. É a cor do consultório do dentista. É a cor que meu all star tinha quando eu comprei. É uma cor que eu estou aprendendo a amar agora que ela me cerca nas paredes e no teto. Branco é a cor do capítulo da minha vida que eu começo a viver agora.

branco6

branco3

branco4

branco1

branco5

Branco foi o que aconteceu quando esse post deveria ter ido ao ar dia 15 de março. Moças do projeto, perdão pelo atraso. Espero que vocês tenham gostado das fotos, que vejam os posts com a cor nos outros blogs do projeto e que acompanhem a nossa tag no instagram. A cor de abril é dourado, confesso que quero sugestões. Até o próximo post.

Nega vaidosa | Coisa e tal | Diário da bagunça | Que se ame | Eu crio moda | Ela pensa também| Jully Patricia

Março/2017

Vou fugir um pouco do padrão dessas postagens, por que o que seria da vida se fizéssemos sempre a mesma coisa, não é mesmo? Deixem nos comentários se vocês gostaram!

march

Março foi assim. Comecei o mês postando foto do céu pra comemorar minha mudança, comecei a estudar, fotografei pro 12 cores (spoiler do post que bugou e não foi ao ar), ocasionalmente subi numa árvore depois da aula e fiquei encantada vendo os bastidores de um jornal impresso.

Falando assim, parece que março foi rapidinho e sem grandes acontecimentos. Não foi. Março foi intenso. Rápido e lento. Amedrontador e acolhedor. Confusão e sossego. Bagunça e organização. Companhia e solidão. Loucura e paz. Caos e ordem. Tudo ao mesmo tempo.

Março foi um mês pra se perder. Pra questionar. Pra aprender. Pra saber de tudo. Pra saber de nada. Pra abraçar o desconhecido. Pra sentir saudade do conhecido. Pra abrir a mente. Pra ter medo. Pra ser confiante. Pra me prender. Pra ser livre. Pra chorar. Pra sorrir. Pra ficar triste. Pra ser feliz. Março foi um mês pra respirar e absorver tudo.

Março me deixou pra baixo, mas terminou me dando energia. Tenho mais ou menos um rumo traçado na cabeça. Talvez eu siga, talvez não. Mas eu quero tentar. Quero me jogar mesmo sem saber o que me espera no final. Criei o blog pra me expandir, mas acabei me fechando. Quero voltar pra esse sentimento. Mundo, vem com tudo pra cima de mim. Março não me deixou totalmente pronta, mas me deixou completamente louca.

Sei que passei o mês sem postar. Perdão pelo vacilo e não me abandonem. Tô sempre lá pelo instagram @laraestevs. Vejo vocês no próximo post. Até logo!